“Sérgio tocava polca no piano
desafinado, e também uma composição que pariu quando
criança. Mas gostava mesmo era de esbravejar cançonetas em
alemão, enxergando tudo atrapalhado através dos óculos
que escorregavam do nariz. Graças a Deus que conheci Sérgio
Buarque de Holanda”.
Luiz D’Hortaa,1982. SBH/Doc. Complementares.
Jornal da Tarde, 05.10.1994
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Sérgio
durante depoimento no Museu da Imagem e do Som, São Paulo, 1979.
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