Fonte: site da Faculdade de Educação da Unicamp, com autoria de Marco Pinotti e Angélica Aparecida de Souza Pádua
Após dois anos de trabalho contínuo, a equipe de Recursos Humanos (RH) da Faculdade de Educação da Unicamp (FE-Unicamp) concluiu, em dezembro de 2025, o projeto de seleção, organização e destinação do Arquivo Setorial da Unidade, iniciativa que envolveu triagem técnica, definição de fluxos de guarda e eliminação documental, e encaminhamento de materiais históricos para avaliação e preservação. O diagnóstico inicial da situação do arquivo foi realizado pela supervisora da Administração Predial, Cleonice Pereira Pardim de Oliveira, a partir da identificação das condições inadequadas de guarda e do acúmulo de documentos sem tratamento arquivístico. À frente da condução cotidiana do processo esteve a servidora Angélica Aparecida de Souza Pádua, que relata ter encontrado, no início, uma sala com “inúmeros armários abarrotados de processos e documentos”, reunindo materiais de diferentes setores — graduação, pós-graduação, direção e outras áreas — sem padronização e com grande volume de cópias e itens sem identificação clara.
Segundo Angélica, o desafio não era apenas “arrumar” um espaço físico, mas garantir que cada documento tivesse um destino adequado, respeitando normas institucionais e critérios arquivísticos: primeiro, identificar o que era cada conjunto documental; depois, definir se deveria ser eliminado, arquivado por prazo determinado ou preservado como documento histórico. Para isso, um passo decisivo foi a constituição de uma Comissão Setorial, com representantes das áreas envolvidas, como instância responsável por acompanhar decisões e registrar os encaminhamentos.
Com a comissão estruturada, o RH buscou apoio técnico do órgão responsável pelo armazenamento e orientação arquivística na Universidade e contou com a atuação presencial de duas profissionais especializadas do Sistema de Arquivos da Unicamp(SIARQ), Maria Aparecida Forti e Vera Lúcia Nascimento dos Santos, citadas como fundamentais para acelerar a classificação, a consulta à tabela de temporalidade e a organização do fluxo de eliminação e arquivamento. (...) Parte do acervo foi encaminhada para digitalização e guarda institucional, incluindo caixas de processos físicos que, pela natureza do conteúdo, precisam permanecer arquivadas. Em paralelo, materiais autorizados para eliminação passaram por descarte seguro, com trituração dos documentos após a publicação oficial, etapa que exigiu esforço operacional e apoio de diferentes setores.

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